13/04/2009
Arquitecto
Aqui há uns tempos enviaram-me um email sobre uma exposição de trabalho de PETER ZUMTHOR em Nova Iorque. E as primeiras imagens deixaram-me de boca aberta. Não conhecia, confesso a minha burrice e desde então fiquei fã do seu trabalho.
Hoje foi anunciado que ele foi o vencedor deste ano de um dos maiores prémios da arquitectura mundial, Prikter. E claro fui investigar ainda mais e não é o meu espanto quando descubro que a ExperimentaDesign mostrou uma perspectiva do trabalho dele no final do ano passado (ando mesmo a dormir) e que o Peter chegou até a vir a Lisboa para uma conferência.
Hoje descobri mais sobre a sua obra e não páro de me surpreender. A imagem que ilustra este post é uma obra dele! Investiguem sff!
08/04/2009
Experiência

Ontem recebi o novo disco dos Blasted. Ainda nem consegui ouvir com atenção mas esta foi a canção que me ficou logo no ouvido. O novo vocalista (Pedro Lousada) arrisca cantar um pouco em português a acompanhar o Marcelo D2. Sabe a pouco...
Voo de Icaro feat. Marcelo D2 - Blasted Mechanism
07/04/2009
03/04/2009
Stories
And the story goes like these...
Não consigo organizar as ideias. Tenho tido algumas actividades fora do comum nos últimos tempos mas o pior é que a cabeça está a precisar de ser vitaminada. Talvez subir a uma montanha para respirar algum CO2 bem fresco e puro resolva. Só não sei quando vou conseguir fugir da poluição lisboeta. Talvez no próximo fim-de-semana em Torres Novas...
Hoje resolvi apanhar aqui um tópico sobre o qual conversava nas últimas semanas que se relaciona com pessoas. Quando chegou a esta fase da tecnologia estar presente, as pessoas ficaram presentes no Mundo. Estamos num blog, no Facebook, no MySpace, etc... etc...
Dantes dizíamos quando alguém morria, que continuava viva nas nossas memórias. Hoje, podemos dizer que continuam vivas em todo o lado. Mesmo o simples gesto de olhar para o telemóvel e estar lá o número da pessoa que nos deixou. Agora é algo mais. Pois aquele blog, aquele perfil no Twitter normalmente não se vai apagar pois o acesso é privado. Aqueles pensamentos, aquelas imagens, aquilo vai estar presente. Vai viver para sempre.
São mudanças afectivas às coisas das pessoas. Lembrei-me de escrever isto depois de ver o novo discos dos Xutos & Pontapés. E mais não consigo escrever.
Farewell Marta!
Não consigo organizar as ideias. Tenho tido algumas actividades fora do comum nos últimos tempos mas o pior é que a cabeça está a precisar de ser vitaminada. Talvez subir a uma montanha para respirar algum CO2 bem fresco e puro resolva. Só não sei quando vou conseguir fugir da poluição lisboeta. Talvez no próximo fim-de-semana em Torres Novas...
Hoje resolvi apanhar aqui um tópico sobre o qual conversava nas últimas semanas que se relaciona com pessoas. Quando chegou a esta fase da tecnologia estar presente, as pessoas ficaram presentes no Mundo. Estamos num blog, no Facebook, no MySpace, etc... etc...
Dantes dizíamos quando alguém morria, que continuava viva nas nossas memórias. Hoje, podemos dizer que continuam vivas em todo o lado. Mesmo o simples gesto de olhar para o telemóvel e estar lá o número da pessoa que nos deixou. Agora é algo mais. Pois aquele blog, aquele perfil no Twitter normalmente não se vai apagar pois o acesso é privado. Aqueles pensamentos, aquelas imagens, aquilo vai estar presente. Vai viver para sempre.
São mudanças afectivas às coisas das pessoas. Lembrei-me de escrever isto depois de ver o novo discos dos Xutos & Pontapés. E mais não consigo escrever.
Farewell Marta!
27/03/2009
TONIGHT!
Esta noite, vou estar escondido como DJ em Leiria, no Cinema Paraíso, para uma noite de rock n'roll!
23/03/2009
Ornatos morreram! Viva o Manel!
Sábado decidi pegar no carro, deixar as crianças com os meus sogros e ir até Arcos de Valdevez. Estava programado um concerto de Manel Cruz no Festival Sons de Vez. E possivelmente seria o último dos próximos tempos. Basicamente não podia perder.
Viagem rápida, cheguei a uma terra linda, limpa e com gente simpática. Devido à falta de placas andei largos minutos já em Arcos à procura da Casa das Artes. Só encontrei devido à ajuda de um amigo bombeiro. Mal estacionei o carro, estava à conversa com o João Tiago dos Loto e encontrei o Zé Costa que organiza o Sons de Vez.
Já passavam das 22h e o concerto ia começar dentro de poucos minutos. Cruzei-me com o Manel na rua mas não me apeteceu chatea-lo naquela altura. Fomos ao "Minho Verde" que gentilmente preparou um bife à casa com um vinho verde tinto a acompanhar. Inacreditável! Uma posta de vaca com uns 5 cms de altura de 15 de comprido mal passada, como eu gosto. E um molho divinal. Picante e cheio de sabor. A fechar uma fatia de presunto com batatas caseiras. O melhor começo de noite possível!
Eram quase 23h quando fugi a correr para o auditório da Casa das Artes já esgotado há muito. Gente nova, gente menos nova, tudo bem vestido, tudo cheio de pinta. Devia ser o gajo mais mal vestido! Mas a ânsia para começar já apertava o estômago cheio. Sinal sonoro de aviso que vai começar, entrada na sala, cerca de 200 e tal lugares repletos e preparei a máquina fotográfica.
Nada me preparava para esta noite. 5 músicos em palco com o Manel ao centro a comandar. Voz, viola, k7, programações, teclado, megafone, etc.. etc... Nem consigo perceber tudo o que se encontra em palco.
As canções são boas, às vezes parecem pequenas demais, queremos ouvir mais. Sabem a pouco. Os interlúdios fazem ainda mais sentido. O público às vezes não percebe. Mas gosta. Eu também.
No final conversei com o Manel, e ainda com o Peixe que foi assistir ao concerto do amigo, e ouvi boas notícias. Espero dentro de pouco tempo deixar aqui novidades. Olha as fotos...














Viagem rápida, cheguei a uma terra linda, limpa e com gente simpática. Devido à falta de placas andei largos minutos já em Arcos à procura da Casa das Artes. Só encontrei devido à ajuda de um amigo bombeiro. Mal estacionei o carro, estava à conversa com o João Tiago dos Loto e encontrei o Zé Costa que organiza o Sons de Vez.
Já passavam das 22h e o concerto ia começar dentro de poucos minutos. Cruzei-me com o Manel na rua mas não me apeteceu chatea-lo naquela altura. Fomos ao "Minho Verde" que gentilmente preparou um bife à casa com um vinho verde tinto a acompanhar. Inacreditável! Uma posta de vaca com uns 5 cms de altura de 15 de comprido mal passada, como eu gosto. E um molho divinal. Picante e cheio de sabor. A fechar uma fatia de presunto com batatas caseiras. O melhor começo de noite possível!
Eram quase 23h quando fugi a correr para o auditório da Casa das Artes já esgotado há muito. Gente nova, gente menos nova, tudo bem vestido, tudo cheio de pinta. Devia ser o gajo mais mal vestido! Mas a ânsia para começar já apertava o estômago cheio. Sinal sonoro de aviso que vai começar, entrada na sala, cerca de 200 e tal lugares repletos e preparei a máquina fotográfica.
Nada me preparava para esta noite. 5 músicos em palco com o Manel ao centro a comandar. Voz, viola, k7, programações, teclado, megafone, etc.. etc... Nem consigo perceber tudo o que se encontra em palco.
As canções são boas, às vezes parecem pequenas demais, queremos ouvir mais. Sabem a pouco. Os interlúdios fazem ainda mais sentido. O público às vezes não percebe. Mas gosta. Eu também.
No final conversei com o Manel, e ainda com o Peixe que foi assistir ao concerto do amigo, e ouvi boas notícias. Espero dentro de pouco tempo deixar aqui novidades. Olha as fotos...














20/03/2009
Portuguese Touch
Nos últimos tempos ando com saudades de viajar pela minha terra. Nasci e cresci em Lisboa mas tive a sorte de correr Portugal de lés a lés com os meus pais enquanto criança. Tanto fazia férias em Monte Gordo, como no ano seguinte estava em Esposende ou até na Barragem de Salvaterra de Magos.
Quando não era com os meus pais, era sozinho. Muitas colónias de férias, muitos acampamentos do MCE, muitas noites em casa de amigos e família.
A trabalho e quando existia a "Quinta dos Portugueses" tive a excelente oportunidade de continuar a estrada. E como eu gosto de conduzir, normalmente era o condutor designado. Mesmo o Henrique sabendo que era um acelera nato e às vezes até descuidado. Mas lá fomos a muitos lugares.
Numa dessas viagens, que sinceramente já baralho os lugares, encontrei os DENÁRIO. Uma banda de rock a dar os primeiros passos. Muita atitude, garra e vontade. Mas com caminho pela frente.
Eles fizeram-se à estrada e 3 anos depois aparecem agora com o disco de estreia (pelo prazer descuidado de estar vivo) que contou com as participações de Adolfo Lúxuria Canibal (Mão Morta), Paulo Praça, Vozes da Rádio e a produção de Elísio Donas (Ornatos Violeta).
Aqui vos deixa uma GRANDE canção em versão instrumental que me fez logo lembrar os Air e a cena do rock psicadélico mais planante!
Nós Alguém (instrumental) - Denário
17/03/2009
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